Alimentação e Gestão da Saúde e Doença – Lara Nesteruk

Vídeo: Lara Nesteruk e Alexandre Feldman Sobre Alimentação

Lara Nesteruk é nutricionista e Alexandre Feldman, médico. Ambos entusiastas da comida de verdade, sem aditivos industrializados. Mas isso não quer dizer que somos contra o consumo, por indivíduos saudáveis, em caráter excepcional, dos itens que, na rotina, consideraríamos problemáticos.

Neste vídeo, conversamos justamente sobre a alimentação na gestão da saúde e doença. Lara também fala sobre o principal obstáculo da maioria das pessoas que desejam perder ou ganhar peso, as falhas na reeducação alimentar de diabéticos e outros doentes que requerem restrição de ingredientes na dieta, o grande problema com as substituições (por exemplo, versões sem glúten e/ou lactose), entre outros assuntos. Ao final do vídeo, Lara dá um conselho poderoso para todos nós que buscamos a manutenção ou recuperação da saúde através da alimentação.

Você também pode ver a Lara Nesteruk falando sobre alimentação e saúde no Instagram, Facebook e, especialmente, Snapchat (Snap: laranesteruk).
Lara Nesteruk e Dr. Alexandre Feldman em vídeo sobre Alimentação

Ciclos de Saúde e Doença

Ciclos da saúde e doença
Ciclos da saúde e doença

Por que tem gente que fuma, bebe, dorme super tarde, só come besteira, não faz exercício (ou se mata de tanto exagerar no exercício), e parece nunca ficar doente?

E por que tem gente doente que mudou seus hábitos, melhorou a alimentação, faz exercícios adequadamente, segue ao pé da letra todas as orientações médicas, tratamentos, e parece que não melhora nunca?

Os dois cenários podem ser explicados pelo mesmo motivo:

Ciclos de saúde e ciclos de doença.

Se nós estendermos os conhecimentos das leis universais da física termodinâmica para a bioíqumica e fisiologia dos seres vivos, podemos afirmar que o funcionamento de um ser vivo se baseia na otimização da eficiência termodinâmica. Em outras palavras, qualquer ser vivo tende a funcionar otimamente num estado de mínima dissipação de energia.

Portanto, um estado de saúde perfeita pode ser definido como um estado onde o desperdício de energia necessária para o funcionamento do organismo é mínimo.

Quando um órgão ou sistema falha em seu funcionamento, o corpo inteiro passa a não funcionar tão bem quanto deveria, e o desperdício energético necessário para esse mau funcionamento aumenta. É a doença.

A tendência do organismo é fazer de tudo para se manter no perfeito funcionamento, no desperdício mínimo de energia, na saúde.

Podemos fazer uma analogia do ciclo de saúde com um trem em movimento, muito difícil de desviar dos trilhos. Dá a impressão de que nada pode deter essa inércia de movimento. Similarmente, podemos dizer que existe uma inércia considerável no sentido que nosso organismo não se abala tão facilmente por qualquer comida ou bebida que se coloca na boca, qualquer noite mal dormida, qualquer exagero ou falta de exercício, etc. Às vezes, parece que a saúde é de ferro e não se abala mesmo com anos e anos de um estilo de vida inadequado.

Crianças são um bom exemplo. A maioria ingere diariamente uma série de produtos industrializados como achocolatados, sucos, doces, pães, massas, refrigerantes; dorme de luz acesa (é muito importante, para o bom funcionamento do organismo dormir na escuridão total) e, mesmo assim, algumas não ficam doentes com facilidade.

Os maus hábitos tendem a continuar e/ou se exacerbar na adolescência, quando a supervisão dos pais diminui e a independência aumenta. Muitas adolescentes já começam a apresentar problemas de ordem hormonal/menstrual logo no início das menstruações. Muitos adolescentes podem ter incômodos como espinhas, ganho de peso, ansiedade, dores de cabeça etc, porém frequentemente não se dão conta de que esses problemas representam a consequência de um estilo de vida inadequado, preferindo simplesmente ignorá-los ou terceirizar a responsabilidade do seu bem-estar aos médicos e profissionais de saúde a cargo do tratamento de seus sintomas. O creme pode, efetivamente, minimizar a acne; o comprimido pode cortar a dor de cabeça; a injeção pode fazer descer a menstruação atrasada; o remédio X pode zerar a cólica menstrual; o tratamento Y pode neutralizar a irritabilidade da TPM. Tudo isso parece ótimo, porém não é nada mais que tapar o sol com a peneira, colocar a poeira debaixo do tapete, esconder o fato que existe algo errado que produziu esses sintomas, e que simplesmente abafar os sintomas, sem fazer mais nada, não fará a causa ir embora.

Em algum momento, de tanta força em contrário, o trem acaba desviando dos trilhos. De tantos maus hábitos, o ciclo de saúde se quebra. Entra o ciclo da doença.

Da mesma forma que é difícil colocar o trem de volta nos trilhos, também pode não ser fácil sair do ciclo de doença. A pessoa faz todos os esforços, se sacrifica para mudar a alimentação, vai dormir cedo, faz atividade física adequada, toma direito os remédios prescritos, segue à risca toda a orientação médica – e mesmo assim, não sente a tão esperada melhora. É compreensivelmente frustrante, mas nesse momento precisamos lembrar que, da mesma forma que não é fácil sair do ciclo de saúde, pode não ser fácil sair do ciclo de doença.

Não importa qual seja a doença, nós precisamos fazer nossa parte para sair dela, fechar o ciclo da doença para iniciar um novo ciclo de saúde. Precisamos persistir e ter paciência (será daí a origem do do termo paciente?). É fundamental implementar uma parceria e ação conjunta com seu médico, visando a plena recuperação da sua saúde.

Se e quando um ciclo de doença vai se fechar, dando lugar a um novo ciclo de saúde, vai depender de diversos fatores, como energia vital, estado físico e mental do paciente, gravidade da doença, implementação de mudanças para melhor no estilo de vida, eficácia da intervenção médica, entre outros. Eu, pessoalmente, acredito que nosso organismo possui o potencial para se recuperar, cabendo a cada um de nós maximizar esse potencial através da ação conjunta descrita acima. Força, perseverança, otimismo, fé e saída da zona de conforto são, a meu ver, condições essenciais.

Agora, se você, que está aqui lendo, não está doente, então que bom! Basta se manter no ciclo de saúde no qual já se encontra. Cuide bem de você. Cuide da saúde através de um estilo de vida saudável, cujos quatro pilares são: sono, alimentação, gestão do movimento e das emoções. Explore este site, pois não é à toa que ele se chama MedicinaDoEstiloDeVida.com.br. Assine minha Newsletter. E que nosso ciclo de saúde dure o máximo possível.

 

Gestão das Emoções Diante do Stress

Gestão das Emoções é Viável. Erradicar Stress, Impossível.

"Gestão das Emoções é um dos 4 pilares do estilo de vida saudável." Dr. Alexandre Feldman
“Gestão das Emoções é um dos 4 pilares do estilo de vida saudável.” Dr. Alexandre Feldman

Quando a gente pensa e fala num estilo de vida saudável, está se referindo a uma boa alimentação, uma boa gestão do movimento, do sono e das emoções. Esses são os que eu chamo os 4 pilares de um estilo de vida saudável, dentro daquilo que, um dia, eu batizei de medicina do estilo de vida.

Eu quero falar sobre um aspecto da gestão das emoções, que é muito confundida com “gestão do stress”.

Infelizmente, ouve-se muito por aí os termos gestão do stress, minimização do stress, erradicação do stress. Implicando que stress é uma coisa ruim, algo que nos afeta negativamente e pode até nos matar, e argumentando que existem estudos mostrando que podem mesmo matar, além de desencadear dores de cabeça, enxaqueca, problemas cardiovasculares, câncer e uma série de outras doenças.

Mas – até que ponto isso representaria uma visão simplista e incompleta? É isso que eu quero convidar vocês a pensar.

Quanto stress você teve no último ano?

Pesquisadores na Universidade de Wisconsin, nos Estados Unidos, fizeram um estudo prospectivo sobre exatamente esse assunto. Eles pegaram muitas pessoas e deram a elas um questionário com várias perguntas, entre elas a seguinte: No último ano, quanto stress você teve? Qual o nível de stress que você teve no último ano? Baixo, médio, alto?

Depois de 5 anos, os pesquisadores analisaram os obituários, para ver quem morreu dentre as pessoas estudadas.

E o que eles descobriram foi o seguinte: que aqueles indivíduos que tiverm alto nível de stress tiveram um índice de mortalidade cerca de 40% maior que aquels que não tiveram stress ou tiveram pouco stress.

Mas a história não termina aí. Tinha uma outra pergunta naquele questionário, e era a seguinte: Na sua opinião, você acredita que stress faz mal para a sua saúde?

E a grande surpresa é a seguinte: para quem respondeu que não acredita que o stress faz mal à saúde, e teve muito stress, a estatística de mortalidade desse grupo foi igual à daquele grupo que não teve stress nenhum.

O poder da emoção provocada pela crença

Então veja só que interessante: esse estudo demonstra que quem matou não foi o stress – mas sim, acreditar que o stress faz mal à saúde. Acreditar que o stress pode, efetivamente, te matar. [Fonte: Health Psychol 31(5):677-84]

Por isso existe uma diferença imensa entre o que alguém chama de gestão do stress, e o que alguém chamaria de gestão das emoções.

Pode requerer um tempo para você entender todas as implicações desse tipo de estudo de vanguarda. Mas veja abaixo apenas algumas:

Quando você acredita que uma coisa vai te fazer mal, essa coisa vai te vazer mal mesmo. É claro que vice-versa também.

Qualquer médico sabe que aquele paciente que entra no tratamento com o peito aberto, com aquela certeza de que o tratamento vai ser bom, tem uma chance muito maior de sucesso terapêutico. Por outro lado, qualquer paciente que olha para aquele tratamento, aquele remédio, achando que aquilo vai fazer mal, pode ter uma chance maior de insucesso naquele tratamento. Estudos como este podem explicar esse fenômeno.

Outra coisa importante: alguns de nós médicos temos a mania de falar aos pacientes que “se você não fizer isso, ou se você fizer daquele outro jeito, vai te acontecer isso, aquilo, etc, de ruim” – “suas artérias vão entupir, você vai pegar câncer, você vai ficar mal”… Claro que a gente pode falar desses riscos, mas tem jeito pra tudo. E é até um motivo muito importante para você não ler ou se informar sobre saúde a partir de fontes erradas que podem colocar crenças negativas em nível populacional sobre coisas que, um tempo depois, pode-se descobrir que não eram tão importantes assim. Hoje, por exemplo, está se falando muito que colesterol não é aquele vilão que se imaginava tempos atrás. E aí, antigamente, a pessoa quando via que o colesterol dela estava alto, já se achava com o pé na cova. Quanto dessa crença pode ter influenciado negativamente a saúde daquelas pessoas, mais até do que o próprio nível de colesterol?

Isso também não quer dizer que a gente precisa se alienar completamente, não querer fazer do que faz bem ou do que faz mal, porque “só importa o que eu acredito”.

A maior importância dessa mensagem é que ela é sutil, envolve muita sabedoria e envolve muito a boa gestão das emoções.

As religiões já sabem disso e já sabem que fé pode curar. Quer dizer: o que você acredita, pode curar. Os maiores líderes espirituais que passaram pela Terra mostraram isso: Jesus Cristo, diz a Bíblia, perguntava à pessoa se ela acreditava que aquele milagre, de uma cura por exemplopoderia acontecer, antes e como pré-requisito para que efetivamente acontecesse.

Então uma das lições para se levar para casa é saber analisar com atenção, desenvolver um senso de discriminação, um “filtro”, com relação àquilo que a gente lê, ouve e vê com relação a informações de saúde e doença. Você tem que escolher o que quer ler, ouvir e ver, com sabedoria. Você deve, sim, dar boas vindas à ciência honesta – mas você deve evitar toques e temperos sensacionalistas. Ameaçadores. Que podem te fazer, às vezes, não acreditar na tua própria capacidade de, em conjunto com o profissional de saúde que você escolheu muito bem, causar progresso na tua vida, no teu estilo de vida, na gestão das tuas emoções, na tua saúde como um todo.

Portanto, não é simplesmente desprezar o fato que pode existir risco, por exemplo, uma trombose quando você toma pílula anticoncepcional. Afirmar que “Eu não vou acreditar que essa pílula anticoncepcional pode me causar uma trombose e eu vou continuar tomando, não importa – que aí eu não vou ter”, seria ir contra dados científicos obtidos de uma forma estatística, que não vale à pena você contradizer. Seria leviano. Não é o caso. Agora – uma atitude positiva do que fazer com esse tipo de informação é tudo de importante. Quer dizer: como você vai gerir essa informação, ou a tua crença baseada nessa informação e, principalmente, como vai ser a tua atitude daqui para frente, pra você realmente ficar bem. Esta sim, é mais uma lição para levar para casa.

Existe o próprio stress em si. Quer dizer: quantas coisas ruins acontecem, e quanto que o nosso organismo reage a isso? Então, por exemplo, você recebe uma contrariedade, você sobre uma perda – seja ela emocional, financeira, familiar – enfim, você tem uma série de problemas… Qual a tua reação com relação a tudo que está acontecendo com teu organismo? Você está encarando essas reações de uma forma positiva? Por exemplo, se você está chorando em relação a algo ruim que aconteceu, esse choro é ruim, ou representa uma coisa boa que teu organismo está fazendo como a resposta mais adequada a esse stress que te fez chorar? Se o teu coração está batendo mais acelerado em função de um nervosismo, será isso uma coisa ruim, ou será isso nada mais, nada menos, que uma reação adequada com a finalidade de colocar teu sangue em movimento para oxigenar mais teus tecidos nessa hora de stress em que você, seus músculos, seu cérebro precisa tanto desse oxigênio?

O ponto onde eu quero chegar é que não é errado ter stress. Aliás, stress é uma coisa inevitável. O que é evitável é você ter uma reação negativa ao stress propriamente dito.

Então você deve atenuar o que deve estar acontecendo em termos de reação do teu organismo, com a crença verdadeira de que toda essa reação que está te acontecendo é parte da maneira do organismo de lidar com aquele stress. A gente pode pegar de novo um exemplo nas religiões. Algumas das mais importantes religiões dizem que quando a pessoa morre, ela vai para um lugar melhor, um lugar mais elevado, a alma da pessoa vive. E aí, quem ficou, continua triste – mas já tem aquela crença que vai explicar, vai justificar, vai atenuar qualquer reação negativa do organismo àquela perda sofrida. Outras crenças/religiões falarm de Universo. “Jogar para o Universo”. “Entregar para o Universo”. Por exemplo, o teu namorado, marido ou esposa te abandonou, mas você joga aquilo para o Universo. Acredita que o Universo vai conspirar para fazer disso “uma lição pra mim – pra eu evoluir – pra eu crescer – pra eu me tornar uma pessoa melhor“. Eu não estou usando nada mais do que sabedoria, até milenar, para gerir minhas emoções. Gestão das emoções.

O assunto da gestão das emoções obviamente não acaba aqui, mas escrevi este artigo é só para você pensar, realmente, na força que você tem quando você acredita em alguma coisa.

IMPORTANTE: Recadastramento dos Emails

Cadastre-se para receber a Newsletter de Dr. Alexandre FeldmanCaros amigos,

Aqueles de vocês que recebem um email a cada novo artigo publicado devem recadastrar seus emails para continuar recebendo minhas notificações, sob a forma de uma newsletter.

A nova Newsletter poderá agregar conteúdos além daqueles publicados nos meus sites; um resumo dos principais artigos publicados nas minhas mídias e vídeos no YouTube; além de divulgar meus videocursos, livros, palestras e outras ações, sempre visando seu benefício e bem-estar.

O sistema de envio de email a cada nova postagem publicada no MedicinaDoEstiloDeVida.com.br vai ser substituído pela Newsletter. Se você já faz parte das dezenas de milhares de pessoas que recebem meus emails, por favor recadastre seus dados para continuar recebendo meus emails na forma da nova Newsletter.

Da mesma forma, se você chegou a esta página porque já acompanha meu trabalho e gostaria de receber minha Newsletter, fica aqui o convite para se cadastrar.

Cadastre-se abaixo e clique em “Enviar”

Em seguida, vá para sua caixa postal e procure um email automático de confirmação. Se não encontrar, vá para a pasta de “spam” e procure por lá. Seu cadastramento não ocorrerá a menos que você clique no link de confirmação. A finalidade disso é garantir que ninguém possa se cadastrar contra a própria vontade.

Para ter certeza que meus emails não caiam acidentalmente no seu spam, acrescente agora mesmo o meu email na sua lista de endereços: equipe @ enxaqueca . com . br

Os dados abaixo são todos de preenchimento obrigatório. Somente são aceitos assinantes 100% identificáveis, não fictícios. Não se esqueça de marcar os quadrados referentes aos assuntos de seu interesse. Seus dados têm a finalidade de segmentar os emails. Por exemplo, não adianta saber de uma palestra em Belo Horizonte para quem mora em Porto Alegre, ou de um curso específico para nutricionistas quando você é designer de moda. Após os campos de cadastramento, você poderá marcar os quadrados correspondentes aos assuntos sobre os quais gostaria de receber emails.

Caso algum dia deseje suspender o recebimento de meus emails, é fácil: basta clicar no link “Descadastrar” que se encontra ao final de cada um dos meus emails que você virá a receber. Por fim, eu me dou ao direito de recusar e/ou descadastrar assinantes, sem aviso prévio ou justificativa.

Preencha os dados abaixo:

* asterisco indica preenchimento obrigatório

/ ( dd / mm )

Marque um ou mais quadrados abaixo, de acordo com seu interesse:

Nutricionista ou Estudante de Nutrição

Médico ou Estudante a partir do 4o ano

PESSOAS INTERESSADAS EM SAÚDE

Vinho Natural

O VINHO QUE CURA E O VINHO QUE MATA

Se você gosta de vinho e se interessa num estilo de vida saudável, este vídeo sobre vinho natural vai mudar a sua vida.

Vinho Natural – Você Precisa Conhecer.

O casal Lis Cereja e Ramatis Russo, da Enoteca Saint Vin Saint em São Paulo, explica neste importante vídeo como e por que 90% de todos os vinhos no mercado – inclusive daqueles vinhos custando centenas e até milhares de reais a garrafa – são o equivalente a junk food, ou melhor, junk wine: produtos industrializados, desvitalizados, modificados através de uma série de aditivos químicos, vítimas de uma intervenção tecnológica extrema e negativa tanto para o sabor final do vinho quanto para a saúde de quem toma.

Vinho Natural - com Lis Cereja, Ramatis Russo e Dr. Alexandre FeldmanUm desses aditivos é o sulfito (dióxido de enxofre, SO2), que pode estar por trás do desencadeamento de dor de cabeça, enxaqueca, asma e outras possíveis reações em indivíduos sensíveis. Você, “entendido de vinhos”, antes de pular de indignação e argumentar que sulfitos são um aditivo necessário e obrigatório para se fazer um vinho, por favor assista este vídeo.

Vinhos naturais são feitos a partir de uvas de cultivo orgânico ou biodinâmico, e que sofreram a mínima intervenção possível, na qual “nada se coloca e nada se retira” durante o processo de vinificação.

Vinho natural difere marcadamente do vinho convencional encontrado na maioria das lojas especializadas e supermercados. Muito do que é considerado “defeito” num vinho convencional, é considerado qualidade num vinho natural. O problema é que os parâmetros que constituem os “defeitos” (ou seja, o que é “defeito” e o que é “qualidade”), são ensinados aos sommeliers e demais formadores de opinião justamente pela indústria de vinhos. No vídeo, Lis Cereja ilustra isso magnificamente, comparando alguém que aprendeu, desde bebê, a comer apenas iogurte de morango industrializado. No dia em que esse alguém provar um iogurte natural caseiro, batido com morangos, encontrará uma série de “defeitos” em comparação com o produto industrializado que aprendeu a classificar como “padrão de qualidade”: poderá dizer que falta cor, falta açúcar, tem excesso de acidez e assim por diante. Claro que tudo é uma questão de ponto de vista – de como e onde o “especialista” aprendeu, dos interesses econômicos por trás de quem ensinou.

Este vídeo, filmado na Enoteca Saint Vin Saint em São Paulo, fala disso e muito mais. Se você busca um estilo de vida saudável e gosta mesmo de vinhos, sua vida vai mudar após este vídeo.

Emoções Negativas Degeneram. Emoções Positivas Regeneram.

emocoes-negativas-degeneramEmoções Negativas ou Positivas? A Escolha é Sua

Aquilo que chamamos de “realidade” é, na verdade, o produto final dos nossos pensamentos e emoções. Emoções negativas são solo fértil para uma vida infeliz, com ansiedade, insônia, enxaqueca, depressão, distúrbios do apetite, dores crônicas, pressão alta, imunidade baixa, problemas cardíacos, hábitos destrutivos, e muitos outros prejuízos à saúde e à vida.

Muitas pessoas, infelizmente, nutrem tantos pensamentos e emoções negativas, a ponto de representarem 70 a 90% de todos os pensamentos e emoções que ocorreram ao longo do dia – e nem se dão conta disso. Dia após dia, esse predomínio de pensamentos e emoções negativas acaba interferindo com o sono, humor, alimentação e autoestima. O predomínio de emoções negativas faz com que o indivíduo se cuide menos, criando um ciclo vicioso que aponta para a degeneração da saúde, tanto física quanto mental.

Só você pode se libertar das emoções negativas e substituí-las por positivas. É um caminho difícil, onde muitas vezes precisam ser deixadas coisas, pessoas, situações, crenças e pensamentos que, em um mundo ideal, gostaríamos de manter. Comece, reexaminando suas redes sociais através da leitura do meu artigo Redes Sociais Tóxicas. Faça um curso de meditação (ex: meditação transcendental) e pratique diariamente, pois é algo que pode efetivamente ajudar a acalmar a mente e expulsar emoções negativas. Outra lição de casa básica para quem quer ter menos emoções negativas é fazer atividade física diariamente, pois a prática de exercício melhora o humor. Tudo isso representa mudanças no estilo de vida e, assim como para qualquer mudança importante na rotina, é preciso sair da zona de conforto e investir tempo, dinheiro e esforço pessoal.  Mas lembre-se: Investir em emoções positivas é investir em saúde. 

Não existem atalhos ou tratamentos que substituam as suas próprias e necessárias ações e decisões – que como todo bom remédio, será amargo, mas cujo efeito final será doce: erradicar o que te faz mal e substituir pelo que te faz bem. Dê o primeiro passo hoje.

Trágicos Transgênicos

Transgênicos oferecem risco à saúde do planeta.

Trágicos Transgênicos
Trágicos Transgênicos

Transgênicos recebem transplantes de genes de outras espécies para favorecer alguma característica comercialmente desejável. Uma espécie transgênica não ocorre na natureza, só ocorre mediante intervenção tecnológica – e portanto pode ser patenteada pelo inventor, a indústria.

Um alface, um tomate, um milho de ocorrência natural são de domínio público, ou seja, qualquer um pode plantar alface, tomate, milho em sua terra.

Já um alface, tomate ou milho transgênico é um produto patenteado, cujo dono (a indústria) controla se, quando e quanto pode ser plantado.

Transgênicos são estéreis, não podem ser replantados; você precisa comprar as sementes do fabricante (dono!) a cada nova safra.

Transgênicos suportam quantidades muito maiores de agrotóxicos que qualquer outra planta natural ao redor (e isso é, ainda por cima, considerado uma vantagem!). Esses agrotóxicos contaminam plantações vizinhas, lençóis de água e o planeta.

O pólen da planta transgênica causa dano à vida dos importantes organismos polinizadores (ex: borboletas). Desses organismos polinizadores depende, nada mais, nada menos, que a vida na Terra como nós a conhecemos.

O vento leva o pólen transgênico, provocando fluxo genético para as plantas selvagens de terras vizinhas, o que pode gerar processos judiciais da indústria perante o agricultor dono dessas terras onde agora se encontram plantas com os genes patenteados. É basicamente a indústria querendo controlar até as forças da natureza.

As autoridades não parecem se preocupar com a questão ética do homem brincando de Deus para “melhorar” a Natureza. No Brasil, foi aprovado em 27 de abril de 2015 projeto de lei para tirar a obrigatoriedade de rotular de Transgênicos os alimentos transgênicos.

Ao mesmo tempo, foi dificultada a rotulagem e identificação de “isentos de transgênicos” em alimentos que de fato não são transgênicos. Agora para conseguir informar a população, no rótulo, de que o seu alimento não é transgênico, é necessário submetê-lo a testes tão caros a ponto de inviabilizar sua realização para a maioria dos pequenos produtores. 

Falta aprovação do referido projeto de lei do senado, que sem pressão pública, deverá acabar ocorrendo.

Insônia – Tratamento Pode Piorar Memória e Humor

Tratamento da Insônia – Remédios Aumentam Negatividade, Ansiedade

Remédios para tratamento da insônia podem afetar nossas emoções e ansiedade
Remédios para tratamento da insônia possuem efeitos colaterais sobre emoções negativas.

Como é possível não ter insônia, no mínimo de vez em quando? O mundo sofre com cada vez mais ansiedade, mau humor, negatividade. Como se não bastassem os “nocitiários” especializados em más notícias dos principais jornais, revistas, rádio e TV, as redes sociais da internet – que deveriam servir como um oásis onde encontramos bons amigos com conteúdo agradavel – também ameaçam nos intoxicar com o compartilhamento (bombardeamento!) de notícias ruins, imagens inquietantes, indignantes e até trágicas. Problemas no trabalho, família e/ou finanças são praticamente universais. Cada vez mais pessoas não comem bem, não se exercitam adequadamente, possuem horários irregulares de sono e alimentação, não relaxam à noite (aliás, nunca relaxam nem baixam a guarda), e estão inundados de estimulantes do sistema nervoso central (cérebro), como cafeína (ex: café, refrigerante, chás estimulantes, adoçantes artificiais, glutamato monossódico, excesso de luz à noite). Tudo isso praticamente convida à insônia. Com o decorrer da vida, as pessoas vão sofrendo com cada vez mais insônia.

Ao invés de encarar a insônia como o sintoma que é, de uma disfunção do estilo de vida, a maioria de nós, e dos profissionais de saúde à nossa volta, vemos a insônia, na prática, como se fosse um estado de deficiência de remédio para insônia no organismo. Prova disso é que, como tratamento para insônia, recebemos basicamente receitas de remédios para dormir. Em momento algum procuramos explorar mais a fundo a verdadeira causa e cuidar do nosso estilo de vida. Achamos que implementar mudanças de estilo de vida seria muito difícil, impraticável até. Além disso, muitos de nós vivemos num estado de negação: “–Meu Estilo de vida já é muito bom e saudável.” Ou “–Tudo o que está acontecendo de ruim na minha vida não é culpa minha, mas sim ______!”, bastando preencher o espaço em branco com qualquer coisa: “do meu marido”, “do meu parente”, “do meu sócio”, “do governo”, “da crise mundial”, “do meu chefe”, “do meu trabalho”, “dos meus estudos” etc. Basta impor a culpa em qualquer outra coisa ou pessoa que não você mesmo, para se sentir isentado de qualquer responsabilidade sobre sua doença. “–Não sou culpado da minha insônia. Sou vítima dela.”

Ao se enganar encarando a insônia como “um castigo” vindo de fora, fica muito mais fácil e até lógico aceitar que o tratamento da insônia também só poderia vir de fora para dentro – e a intervenção mais rápida e conveniente – a melhor “arma para atacar a insônia” – é o remédio para dormir.

Conforme surgem novas drogas para o tratamento da insônia, vão mudando as tendências sobre quais seriam os mais indicados. Mas em geral, independentemente se certo ou errado, o que se vê mais comumente no dia-a-dia para o tratamento da insônia é o uso de zolpidem (nomes comerciais mais conhecidos no Brasil: Stilnox, Lioram – na dúvida, consulte a bula para conferir a composição) e benzodiazepínicos (diversos possíveis nomes comerciais, entre os quais Rivotril, Dormonid etc).

Porém, como nenhuma droga é capaz de tratar a causa da insônia, a maioria de quem começa a tomar esses remédios, ao perceber uma melhora significativa da qualidade do sono, artificialmente induzida pelo medicamento em questão, passa a depender cada vez mais do remédio, deixando ainda mais de lado qualquer esforço de mudança do estilo de vida que realmente causou essa insônia.

Com o passar do tempo, obviamente, o dano causado ao organismo pelo estilo de vida inadequado vai aumentando, e a insônia (que é sintoma) acaba retornando apesar do uso do remédio. Nesses casos, costuma-se tomar a decisão simplista de aumentar a dose do remédio para insônia, ou então muda-se de remédio – até que o sintoma ceda por mais um tempo e retorne mais uma vez, e assim por diante.

Remédios Para Insônia Podem Mudar Sua Personalidade

Pesquisas científicas demonstraram que os remédios mais comumente utilizados para o tratamento da insônia – tanto o Zolpidem quanto os benzodiazepínicos, vão causando um impacto negativo sobre nosso estado de espírito: aumentam a recordação e resposta a memórias emocionais negativas.

Pesquisadores da Universidade da Califórnia forneceram remédios para insônia (zolpidem e oxibato de sódio) para um grupo de pessoas sem insônia ou outros problemas de sono, deixando passar vários dias entre uma dose e outra, a fim de permitir que o organismo se livre completamente da droga entre uma tomada e a próxima. Antes de dormir e após acrordar, sob supervisão dos pesquisadores, os participantes assistiam a uma sequência de imagens que despertam reações emocionais positivas e negativas, com duração de 1 segundo cada. Quando testadas, mais tarde, quanto à memória dessas imagens, as pessoas sob efeito dos remédios para insônia se recordaram significativamente mais das imagens com impacto negativo e indutor de ansiedade intensa, que das imagens com impacto emocional positivo.

Tratamento da insônia pode provocar ansiedade
Tratamento da insônia pode provocar ansiedade!

Em outras palavras, os remédios para insônia mais utilizados, como os benzodiazepínicos, zolpidem e oxibato de sódio, aumentam a consolidação da memória para coisas negativas e/ou indutoras de ansiedade.

Você dorme melhor com o remédio para insônia, mas em compensação vai se tornando uma pessoa mais negativa, mais ansiosa e, com o passar de um tempo, toda essa negatividade e ansiedade, aliada a um estilo de vida que já não era saudável, tende a resultar em mais insônia, mais dependência de remédios para insônia, mais ansiedade, mais negatividade e assim por diante. Se não cuidarmos daquilo que vemos na mídia, noticiarios e redes sociais, não faltarão imagens e notícias negativas para colocar lenha nessa fogueira.

A Causa da Insônia, assim como o Tratamento, é o Estilo de Vida

Conclusão: para o tratamento da insônia, primeiro identifique a causa, que se encontra quase sempre no seu estilo de vida. Você pode e deve buscar e identificar esse aspecto do seu estilo de vida que lhe causa insônia, juntamente com seu médico. Segundo, crie, juntamente com seu médico, uma estratégia para empenhar o seu máximo esforço pessoal para consertar esse aspecto do seu estilo de vida que lhe causa insônia. Às vezes não é tão óbvio: fatores presentes na alimentação, e no próprio sono, além de desequilíbrios hormonais e neuroquímicos advindos do estilo de vida, podem colaborar na causa da insônia. Essas modificações, devidamente implementadas, no seu estilo de vida, poderão ter resultados muito melhores sobre sua insônia, memória e emoções, que simplesmente engolir, passivamente, todas as noites, um remédio para dormir.

Papai Noel Existe!

Papai Noel Existe
Papai Noel Existe

Caros amigos,

THE SUN, 11 de setembro de 1897A seguinte Carta ao Editor foi enviada há mais de 110 anos, por uma menina de 8 anos de idade, para o importante jornal novaiorquino The Sun. Veja abaixo a carta e a resposta do editor, que traduzi livremente. Faço dela a minha mensagem de Natal para todos vocês.

Feliz Natal e um Ano Novo sem dores de cabeça, em todos os sentidos!

Alexandre Feldman e família Continue lendo “Papai Noel Existe!”

Quem Dorme Pouco Morre Antes

Dormir Cedo é Fórmula Para Sentir-se Cada Vez Melhor

Dormir Cedo Faz Bem
Dormir Cedo Faz Bem

Dormir cedo é muito mais importante que imaginávamos. Foram estudadas 470 mil pessoas em 8 países. Aquelas que dormiam 6 horas ou menos por noite apresentaram chance 48% maior de doenças cardiovasculares seguidas de morte e 15% maior de AVC (Acidente Vascular Cerebral) seguido de morte. O estudo foi publicado no European Heart Journal.

Os mesmos pesquisadores também comprovaram que noites mal dormidas trazem toda sorte de desequilíbrios hormonais, predispondo a doenças desde diabetes até pressão alta. E por noite mal dormida não se deve entender apenas dormir pouco, mas também não dormir cedo!

Acrescente a tudo isso o risco de se expor a más notícias na TV e computador durante a noite e madrugada e se estressar ainda mais! Ah, e também o risco de ter uma “fome atroz” durante a madrugada e ceder a algo bem doce que lhe fará engordar e perder a beleza e auto-estima (além da saúde, é claro). Ao dormir cedo você “pula” tudo isso.

Dormir cedo não apenas propicia uma vida mas longa, mas também mais feliz e saudável. O sono é mais importante que a maioria de nós imaginamos. Um sono suficiente e de boa qualidade durante a noite (e não durante o dia) diminui a incidência de depressão, pois promove o equilíbrio de neurotransmissores, hormônios e neurohormônios que beneficiam o bom humor, otimismo e motivação. Repare que praticamente 100% dos sofredores de depressão trocam o dia pela noite – ou seja, passam grande parte da noite acordados, e grande parte da manhã (e em alguns casos até da tarde) dormindo, o que contribui para o desequilíbrio daquelas importantes substâncias biológicas responsáveis pela saúde, imunidade e bom humor.

Dormir cedo é importante para a vida. Vá dormir mais cedo para dormir mais horas – e viver mais e melhor!

2 Dicas Para Dormir Mais Cedo e Melhorar Sua Vida

  1. Desligue equipamentos eletrônicos à noite
    Desligue Eletrônicos à Noite Para Dormir Cedo

    Desligue equipamentos eletrônicos a partir das 19:00h. Por equipamentos eletrônicos entendem-se computador, smartphonetablet e quaisquer outros emissores de luz direcionada aos olhos. Isso inclui a televisão! À primeira vista, essa orientação pode parecer contrária à intuição, pois nós justamente ligamos todos esses equipamentos à noite com a finalidade de relaxar e espairecer após um dia cheio. Mas ao mesmo tempo em que esses equipamentos distraem a mente das atribulações do dia, a luz e a estimulação cerebral provocada por eles provoca um atraso nos mecanismos cerebrais que culminam no sono, resultando num horário de dormir bem mais tardio. Ao mesmo tempo em que distraem, equipamentos emissores de luz dificultam dormir cedo.

  2. Use iluminação indireta, agradável e de baixa intensidade à noite em sua casa. Abajur, velas, lâmpadas incandescentesdimmers e até lamparinas a óleo que você encontra em lojas de antiguidades e dão um charme incrível ao ambiente. Apenas lembre-se de tomar os devidos cuidados para não se queimar ou provocar um incêndio! Uma conversa agradável com entes queridos ou simplesmente uma leitura relaxante provocará um estado de calma propício para atrair um bom sono, muito mais cedo que você imagina.

Durma o quanto mais cedo, durante 8 horas, todas as noites. Além de dormir cedo, é importante dormir no escuro total. Qualquer ponto de luz, por mais tênue que seja, é percebido pelas nossas células e modifica para pior o equilíbrio químico do nosso cérebro. Leve essa informação a sério e apague tudo (até a luzinha vermelha do aparelho eletrônico desligado). Vede qualquer ponto de luz que você não possa apagar: cubra a luz do ar condicionado com fita isolante, feche as cortinas, tenha blackout além de cortinas (blackouts são cortinas de lona que costumam ser instaladas por trás das cortinas com a finalidade de escurecer mais o ambiente). Tenha persianas e mantenha-as fechadas. Lembre-se: a escuridão total é vital para que a qualidade do sono seja ótima. Isso vale também para suas crianças!

Experimente, com diligência e disciplina, esta simples mudança no seu sono e veja, em poucas semanas, sua imunidade, humor, motivação, concentração, memória, capacidade de aprendizado e competitividade aumentar mais que qualquer remédio seria capaz de fazer isoladamente.

Quer receber um email a cada novo artigo publicado? Clique aqui.

Informações sobre Consultas