Medicina – Arte ou Ciência?

A arte não pode ser separada da medicina
A arte não pode ser separada da medicina

A palavra medicina vem do latim, ars medicina, que significa “arte de curar”.

Apesar disso, a arte é deixada de lado na definição dos dias atuais. O Grande Dicionário Huaiss da Língua Portuguesa, por exemplo, afirma que a medicina é “considerada por alguns uma técnica e, por outros, uma ciência”. O Dicionário Oxford da Língua Inglesa define medicina como “ciência ou prática do diagnóstico, tratamento e prevenção das doenças”.

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Escolas DESeducam, Pais Educam.

A melhora da educação no Brasil não depende de melhores escolas, mas de melhores pais.

Escolas podem DESeducar muito mais que educam. Quer uma prova? Analise a seguinte situação: Uma criança de 6 anos volta da escola e comenta algo do tipo “– O Joãozinho é um fracote! Todos os meus amiguinhos pensam assim!”. Ou “O [colega dominante do grupo] diz que a Mariazinha é feia”. Ou que “o Pedrinho é burrinho”. Ou que “eu pareço com uma melancia podre”. Ou que “eu tenho cabelo de BomBril” e assim por diante.

A tão supervalorizada “socialização” entre crianças pode ser algo bom, mas também pode ser algo muito prejudicial à formação e autoestima de muitas crianças, com repercussões irreparáveis por toda a vida. Crianças podem tornar-se agressivas, apáticas, revoltadas sem razão aparente, tristes, enfim, seu comportamento, saúde mental e física podem se alterar negativamente de diversas formas, mediante a influência de outras crianças que possuam valores conflitantes com os ensinamentos positivos que recebeu em casa.

O problema é justamente que a maioria das crianças não recebe valores éticos, sociais e morais de seus próprios pais. Seja por falta de tempo, dinheiro, ambos ou a desculpa de qualquer um dos dois, vemos cada vez mais crianças “educadas” pelos cuidadores, sejam eles babás, empregados, avós, professores, e cada vez menos pelos próprios pais.

As escolas podem, no máximo, instruir. A educação, a personalidade, vem (ou deveria vir) de casa – “de berço”. Caso contrário, essas crianças se tornarão todas iguais, no pior sentido possível. Pasteurizadas, homogeneizadas, sem nenhum traço de individualidade no falar, no vestir, no agir, no pensar. Considerando que o sucesso na vida consiste na capacidade de pensar diferente, o que a sociedade está produzindo é uma multidão de iguais, que jamais poderão ser felizes num ambiente cada vez mais competitivo e que requer diferenciação.

Nesse contexto social distorcido, diferenciação se tornou sinônimo de pós-graduação. Hoje em dia, faculdade só não basta! Por que? Justamente porque todos continuam iguais apesar de “todo” o “conhecimento” adquirido ao longo de anos e anos de faculdade! E assim, naturalmente, mestrado só não basta! Tem que ser doutorado, ou “melhor ainda”, pós-doutorado, para ter chance de conseguir um emprego que, uma vez conseguido, não irá requerer minimamente toda essa “formação”.

Assim, por falta de pessoas realmente capazes, responsáveis, éticas, com clareza e simplicidade de raciocínio, genuinamente sociáveis e verdadeiramente felizes, temos uma legião de “líderes” (pense em “chefes”) repletos de autoridade porém incompetentes, sem empatia, sem compreensão, sem humanidade, oportunistas, individualistas, com valores pessoais e familiares distorcidos, cujos filhos frequentam as “melhores escolas” (onde “melhores”, nesta filosofia, seria sinônimo de “mais caras”), fechando, desta forma, o ciclo, a espiral descendente que ameaça o futuro e a felicidade da próxima geração.

As escolas – nem as “melhores”, nem as “piores” – jamais conseguirão fornecer às crianças a educação que essas crianças deveriam receber dos pais em casa. Ter filhos é uma grande responsabilidade que somente pode ser cumprida cuidando-se deles.

Escolas DeseducamÉ na infância que se vê (e sem o devido cuidado, se aprende com) a criança que acha graça “passar rasteira” para ver o coleguinha (que caminhava feliz e relaxado em seu mundo infantil) cair (e quem sabe chorar, ou pior ainda, se machucar no corpo e na alma). É na infância que se aprende a enxergar apenas o lado negativo (que nem negativo é!) das outras crianças (“cabelo de BomBril”, “baixinho”, “fracote”…). É na infância que se moldam os principais valores eticos, morais e familiares.

Ao atingirem a adolescência esses indivíduos assim criados passam a se identificar mais com sua “tribo” que com os próprios pais. Os pais, por sua vez, passam a sentir que seu filho é um verdadeiro estranho na casa.

Bem, a essa altura o querido leitor já entendeu meu ponto de vista: Educação, alegria, sucesso em relacionamentos sólidos e saudáveis na vida adulta, bons hábitos e saúde radiante, têm suas raízes em casa!

Pense nisso ANTES de ter filhos!

família feliz

Comer Carne Faz Bem

É muito importante para a indústria alimentícia – baseada em açúcar, farináceos, soja, milho e uma série de produtos alimentícios, digamos, não tão naturais assim – espalhar DESinformações e clichês tão prejudiciais a todos nós que buscamos o caminho da informação honesta. Um bom exemplo é a DESinformação de que a carne não seria um alimento natural e saudável, que a carne faz parte de um mundo industrializado, que a carne movimenta toda uma cadeia produtiva que leva a natureza à devastação. Nada poderia estar mais longe da verdade! Continue lendo “Comer Carne Faz Bem”

Ciência Junk: Estudo Relaciona Carne com Diabetes

Carne Faz Mal? Não! Mas Ciência Junk Faz – E Muito!

Saiu publicado em agosto de 2011 no American Journal of Clinical Nutrition estudo que conclui: comer carne, por menos que seja, “dá” diabetes! E trocar a carne por grãos integrais, “corta” o risco de diabetes!

Quanta imbecilidade!

Se você acha que os autores chegaram a esta conclusão a partir de estudo clínico, engana-se redondamente. O que fizeram foi retirar números a partir de uma série de enquetes respondidas por milhares de indivíduos, enquetes estas que faziam parte de outros estudos. Continue lendo e compreenderá melhor. Continue lendo “Ciência Junk: Estudo Relaciona Carne com Diabetes”

Tratamento Revolucionário Para Alzheimer?

No início de 2011, o The New York Times falou de instituição no Arizona (EUA) que abriga pacientes com Alzheimer, onde a quase totalidade não precisa tomar nenhuma medicação antipsicótica (veja aqui a matéria), ao contrário do que ocorre em todas as demais instituições para esta finalidade. Até mesmo pacientes expulsos de outras instituições por comportamento demasiado agressivo e que ingressavam neste local (www.beatitudescampus.org), apresentavam diminuição drástica dos episódios de delírios, agressividade e agitação.

Que interessante… Sem medicamentos antipsicóticos e mesmo assim com diminuição dos delírios, agitação e agressividade… Mas como isso?

Simplesmente através de interações baseadas em atenção, dedicação de tempo e carinho da equipe para com os pacientes.

Basicamente, ao trocar medicamentos antipsicóticos por abraços, a instituição obteve transformações inacreditáveis em seus pacientes. E de forma tão natural que por um bom tempo essa instituição teve de “comer o pão que o diabo amassou”: Autoridades de saúde do estado do Arizona partiram para cima, até mesmo ameaçando indiciá-la, por oferecer aos pacientes chocolates ao invés de drogas, por não impedir os pacientes de deambular livremente (normalmente as instituições restringem a liberdade de movimentação desses pacientes através de sistemas de alarme) e não obrigar todos os pacientes a usar fraldas (normalmente eles são obrigados, mesmo os que não apresentam incontinência). Mas a instituição manteve o pé firme, segundo a reportagem do The New York Times. E o sucesso atual é consequência disso.

A filosofia da equipe? Muito simples: fornecer aos pacientes toda e qualquer coisa que lhes produza conforto – nem que isso signifique um eventual gole de bebida alcoólica à noite, segundo a matéria do The New York Times.

Os resultados falam por si mesmos, afinal até mesmo pacientes com Alzheimer expulsos de outras casas por mau comportamento prosperam com pouca ou nenhuma medicação neste lar.

É tudo tão simples! Basta tratar uma pessoa, no caso um paciente, como ser humano que é, e essa pessoa naturalmente se comportará de acordo. Ou seja, se portará como um ser humano!

Incrível?? Claro que não! Mas infelizmente, isso passa por tratamento novo, revolucionário, de ponta, quando na verdade deveria ser a “lição de casa” mais básica, o ponto de partida primordial, para qualquer tratamento de demência.

Horário de Verão Faz Mal à Saúde

Horário de Verão não economiza energia.

Existe vantagem em adiantar relógios em 1 hora no horário de verão? Não para a saúde, e não para a economia de consumo de energia. Então por que o horário de verão continua a ser adotado?

Artigo publicado no The New England Journal of Medicine demonstrou aumento de 5% (um aumento imenso) nos ataques cardíacos (infartos do miocárdio) na primeira semana do horário de verão. Quanto se gasta de dinheiro público com os tratamentos, afastamentos e aposentadorias provocadas por esse aumento?

Agressão ao relógio biológico

Implantar fuso horário de 1 hora em toda população é uma agressão ao relógio biológico. Os ritmos e ciclos biológicos, principalmente sono e alimentação, determinam nossa saúde e bem-estar. A maioria de nós, por força dos estudos e/ou trabalho, já é obrigada a empurrar os limites desses ritmos ao extremo. Vamos dormir mais tarde e acordamos mais cedo do que seria seguro e recomendável.

Com o horário de verão, você que normalmente acorda às 06:30 da manhã passa a acordar às 05:30. Sim, pois embora o relógio digital marque 06:30, o relógio biológico marca 05:30. É ele quem conta, quando a saúde está em pauta. O sono foi cortado em 1 hora. Justamente aquela última hora em que o sono é mais gostoso e rico em sonhos memoráveis. Acordamos mais cansados, porém o trabalho e a escola não perdoam. Aumenta o stress. Aumenta a sonolência durante o dia. Aumenta a probabilidade de acidentes causados por essa sonolência. Diminui a produtividade. Altera-se o humor. Aumenta o número de crises de enxaqueca e outras doenças pioradas por saídas da rotina.

E o que dizer de quem trabalha no campo e na lavoura? Para o organismo e os ciclos biológicos desses trabalhadores, que normalmente já acordam muito mais cedo que os habitantes das cidades, tal mudança é ainda mais perversa!

Os prejuízos são imensos.

Quanto custa tudo isso aos cofres públicos e aos nossos próprios bolsos?

Sim, é verdade que existe um processo de aclimatização após cerca de uma semana. Após esse período, a maioria de nós (mas não todos), idealmente, consegue se adaptar ao fuso horário. Mas o custo dessa uma semana pode ser imenso, em termos financeiros, para a população. Infelizmente não é possível medir precisamente esse custo, mas ele vai muito além do aumento dos ataques cardíacos. Não se consegue nem sequer comprovar algo tão objetivo quanto a se o horário de verão realmente economiza energia elétrica no país. Tudo o que se divulga no tocante à economia são estimativas, sem comprovação científica.

Existem estudos sérios, como o realizado pela Comissão de Energia da Califórnia (EUA). Esse estudo demonstrou ausência de economia de energia elétrica com o horário de verão. Os resultados foram divulgados na Scientific American. Então por que continuar a impor mais esse stress ao organismo de toda uma população de crianças, adultos e velhos?

Se existe realmente uma preocupação com gastos públicos e saúde, é importante suspender a lei que institui o horário de verão. Nosso relógio biológico controla um grande número de funções vitais do organismo. Um bom sono é crucial para uma boa saúde. E já está comprovado que o adiantamento e posterior atraso dos relógios em uma hora traz prejuízos a ela.

Distorção de Diagnósticos: Pessoas Normais Rotuladas como Doentes

A quase totalidade dos médicos trabalha com “convênios”. Acontece que nenhum “convênio” irá pagar por uma consulta médica sem que conste um código diagnóstico no relatório. Se um paciente, por exemplo, está passando por uma fase emocional difícil e se encontra naturalmente triste (sendo que tristeza não é doença quando ocorre por um motivo plausível), não resta ao médico senão rotular o paciente como portador de *depressão* (doença com código diagnóstico). Essa distorção pode explicar o aumento estatístico vertiginoso de doenças mentais como depressão, bipolaridade, distúrbio do déficit de atenção e hiperatividade (DDAH) entre outras.

Steve Jobs e a Alegria de Viver

Um gigante passou por entre nós e, com seu talento, mudou o mundo para melhor em vários aspectos. A indústria da telefonia, computadores, música, cinematográfica entre outras, nunca mais será a mesma graças a ele. Esse gigante é Steve Jobs, falecido no dia 5 de outubro de 2011. É raro na história da humanidade uma pessoa ter contribuído tanto para a vida de seus contemporâneos no mundo inteiro. E as contribuições de Steve Jobs foram incalculáveis.

Se de um lado é verdade que todos somos mortais, de outro é necessário reconhecer que Steve Jobs passou por sofrimentos e dificuldades incríveis nos últimos 4 anos, causados pela sua doença.

O mais incrível é que apesar disso, Steve Jobs se portou publicamente, face ao seu destino inevitável, com a mesma elegância e graça que sempre demonstrou em todas as suas aparições no palco para apresentar ao mundo seus novos produtos.

A lição para todos nós é que a paixão é uma parte muito importante de nossas vidas. Steve Jobs tinha paixão pelo que fazia. Todos nós seremos mais felizes se vivermos nossas vidas com a mesma paixão.

Embora tenha ficado muito triste – bem mais que imaginava – pelo falecimento deste grande gênio e visionário, vejo muito claramente esta mensagem: devemos viver nossas vidas o mais plenamente possível, seguindo sempre nossa paixão, intuição e coração.

Você Escolhe Seu Estilo de Vida

Um velho índio Cherokee disse a seu neto:

“Meu jovem, existe uma constante batalha entre dois lobos acontecendo dentro de cada um de nós. 

Um deles é o mal, a raiva a inveja, o ressentimento, as mentiras, a baixeza. O outro é o bem, a alegria, a paz, o amor, a esperança, a humildade, a gentileza e a verdade.”

O neto pensou um pouco e perguntou ao seu avô:

“E qual deles vence a batalha?”

O velho índio simplesmente respondeu:

“Aquele que você alimentar”

Boas Maneiras, Etiqueta e Saúde

O que um hotel 5 estrelas, um cruzeiro de alto luxo, um vôo de primeira classe, um restaurante premiado, uma recepção num palácio imperial, têm em comum?

um cravo na lapela pode enfeitar e alegrar a vida

Glamour, com certeza. Mas muito desse glamour advém de um comportamento regido por certa etiqueta, digamos assim, a qual cria uma atmosfera agradável. Todo o serviço se transforma em um ato quase teatral, visando receber e tratar os presentes com estilo. O cravo vermelho na lapela do concierge, o gesto amplo e acolhedor do Maitre d’Hôtel ao apontar o caminho para a mesa, uma cortesia permitindo passagem prioritária de alguém por uma porta, o tom de conversa agradável entre os presentes, a boa educação, o cuidado geral e recíproco para tornar a vida de todos a mais agradável possível… tudo isso é o que cria a experiência inesquecível dos momentos vividos naqueles lugares.

Boas maneiras trazem bem-estarE será que existe uma influência das boas maneiras na saúde? Tanto da nossa própria saúde quanto na de nossos familiares, entes queridos, empregados, colegas de trabalho, estranhos de passagem, enfim, todos os indivíduos à nossa volta?

Claro que sim! Afinal, boas maneiras alheias nos fazem sentir bem e não tenho dúvida que não há saúde sem bem-estar.

Fico me perguntando se não teria sido a partir dessa constatação básica que os grupos humanos, conforme foram se aglomerando e interagindo socialmente ao longo da História, teriam passado a dar atenção a algumas regras, gestos, atos como o de tirar o chapéu para cumprimentar, palavras de cortesia como “bem-vindo”, “obrigado”, “por favor”, indumentária, adornos…

restauranteE até hoje, quando vamos por exemplo a um restaurante super badalado pelo mundo afora, percebemos um verdadeiro teatro / ballet / encenação elaborada acontecendo à nossa frente através de gestos, bandejas, alimentos e bebidas servidos, “bem-vindo” e “muito obrigado” por todo lado…

…E ao final nos sentimos tão bem!

O ato de se vestir bem, sorrir sempre, ter uma palavra agradável para todos, e até mesmo os adornos de antigamente como luvas, bengalas e chapéus, tudo isso sempre conspirou no sentido de criar um ambiente agradável à nossa volta.

Hoje andamos na rua e vemos o que?…

Mundo sem cor, vida sem graçaUm individualismo, um senso de que não importa o impacto que eu possa causar à minha volta somente pela minha presença, por “estar ali” naquele momento. Ao contrário, ser indiferente, e muitas vezes até mesmo grosseiro, é o que parece estar certo. Ser antipático é “cult” e ser sem educação é normal e universal a todas as classes sociais. No trânsito, na rua, no trabalho, no lazer e em casa.

A consequência, vejo-a muito clara: todos acabam  por se sentir apenas “mais um” no meio de uma multidão de “iguais” num contexto que convida à tristeza e até hostilidade.

tristezaA autoestima, assim, tende a cair. E quem costuma levar a culpa? Os outros: “– Ninguém gosta de mim!” Ou então a culpa recai sobre alguma estrutura do próprio corpo:  “– Minha pele é feia!”; “–Estou acima do peso!”; “– Meu nariz é grande demais!”; “– Meus seios são pequenos demais!”.

E a queda da autoestima é a porta de frente para toda sorte de insucessos, na vida e na saúde mental e física.

Não é à toa que a sociedade civilizada trilhou e decifrou, ao longo da história, um método para ter e cultivar boas maneiras, fazendo os outros se sentirem bem ao seu redor. E em algum momento isso acabou, sim, degenerando em esnobismo, o que provavelmente contribuiu, por sua vez, para o declínio e degeneração daquela mesma etiqueta. Mas na verdade todos os casos de esnobismo são maus exemplos. Os bons exemplos (e há muito mais bons que maus) são aqueles indivíduos com os quais é sempre um prazer estar perto, aquelas pessoas que naturalmente, simplesmente, têm graça!  Originalmente nada disso deve ter a ver com esnobismo. Deve ter nascido da constatação que “faz todo ambiente ficar mais agradável”.

Barbra Streisand e Louis Armstrong
Barbra Streisand e Louis Armstrong no filme "Hello, Dolly" (1969). Na época, Streisand estava com 27 anos e Armstrong a 1 ano de seu falecimento. Mesmo sem os atributos físicos convencionais, tornaram-se ícones queridos por toda a humanidade pelas suas maneiras, graça, naturalidade, gestos e voz. São símbolos eternos de beleza, charme e simpatia! São exemplos de vidas verdadeiramente felizes!

Tanto que sempre existiram pessoas assim, exaltando charme, autoconfiança, simpatia, gentileza. E existem até hoje!

Nobres – de espírito! De alma! E belos! Quem sonharia em achar feias pessoas assim, não importa a idade ou tipo físico?

aceno

Mas na prática, hoje, quantas pessoas sequer acenam – um largo, generoso aceno! – ao se despedirem no aeroporto ou na estação? E um aceno diz tanto! Transmite otimismo, amizade, bem-estar e tanto mais!

E isso não pode gerar outra coisa senão uma ampliação desse bem-estar a partir de quem recebeu o seu gesto!

Uma coisa é certa: reclamar que “tudo está errado à sua volta” não adianta.

Sorria sempreSe nós cuidarmos um do outro com gestos, palavras e visual agradáveis, tornaremos mais feliz todo o mundo ao nosso redor! E o que é esse código de aparências, gestos e palavras teatrais senão etiqueta ou, simplesmente, boas maneiras!

Algo simples – por exemplo: sorria! Focalize no lado bomdas pessoas! Elogie! Vista-se bem! Ligue o botão do romantismo e prepare um bom jantar à luz de vela, ainda que só para você!

Seja gentil
Seja gentil sempre!

Faça uma gentileza no trânsito e dê passagem àquele carro saindo da garagem à sua frente (mas não se esqueça de dar um sorriso e fazer um gesto simpático, amplo)! Leia os livros de Claudia Matarazzo, especialista em boas maneiras e para quem “ser negativo é falta de educação”! (Mas use livros apenas como referência – nunca faça algo sem naturalidade só porque “o livro manda”) Enfim, espero sinceramente que você tenha captado o espírito desta minha recomendação, coloque-a imediatamente em prática e, depois de algum tempo (1 dia, 1 semana, 1 mês) volte aqui para alegrar a todos com seu comentário de como sua vida, bem-estar e, sim, até mesmo sua saúde, mudaram!